Uma quase queda já pode bastar para abalar a confiança. E quando a pessoa começa a evitar o banho, a levantar-se menos ou a andar sempre agarrada aos móveis, a autonomia começa também, devagar, a diminuir.
No domicílio, percebemos onde está o risco real e que solução faz sentido para aquela casa e aquela família. Porque evitar outra queda exige mais do que atenção: exige critério, adaptação e orientação.
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