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O nervosismo e ansiedade não são ‘amigos’ do cancro

A Universidade de Stanford, em Inglaterra, efetuou um estudo em que concluiu que a ansiedade e stress podem acelerar o desenvolvimento do cancro. A investigação encontra a ligação entre uma das ‘doenças’ dos tempos modernos, o stress, com a patologia que dizima milhares de pessoas no mundo.
O estudo foi feito utilizando ratos em dois ensaios distintos: um com os ratos nervosos e o outro com ratos num estado tranquilo. Na fase seguinte, as cobaias sujeitaram-se a radiação ultravioleta, de forma a criar uma exposição idêntica à de quem passa demasiado tempo ao sol, levanto ao aparecimento de cancro da pele nas cobaias.

Os investigadores concluíram que os ratos mais nervosos sofreram as lesões mais graves e que apenas esse grupo sofreu metástases.
Salientaram, ainda, que a ansiedade provocada nos ratos com níveis de stresse mais elevado atrai uma molécula que parece atrair um tipo específico de glóbulos brancos, glóbulos que combatem as células cancerígenas.

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